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Estimulação cerebral e educação nutricional reduzem o desejo por comida durante seis meses, em estudo piloto da USP

O ensaio com mulheres com obesidade usou estimulação elétrica não invasiva; o peso não mudou, mas o desejo por comida diminuiu.

Estimulação cerebral e educação nutricional reduzem o desejo por comida durante seis meses, em estudo piloto da USP
Imagem ilustrativa · Foto: Clark Douglas / Unsplash

Um estudo piloto da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, com apoio da FAPESP, combinou estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) com educação nutricional em mulheres de 20 a 40 anos com obesidade. Foram 15 sessões de 20 minutos ao longo de cinco dias, entre aulas sobre saciedade, alimentação consciente e fome emocional.

O desejo por comida diminuiu logo após a intervenção e manteve-se menor aos 1, 3 e 6 meses. O grupo de estimulação simulada também melhorou o controlo alimentar, o que os autores atribuem sobretudo à educação nutricional. Não houve eventos adversos importantes.

Os investigadores sublinham que é um estudo piloto, com amostra pequena, e que o peso e a composição corporal não mudaram. O estudo saiu na Physiology & Behavior e a equipa vai testar agora a estimulação magnética transcraniana em pessoas com obesidade e compulsão alimentar.

Fonte originalAgência FAPESP — ler a notícia completa

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