A Fraunhofer ISE demonstrou uma arquitetura de elétrodos mais espessos que permite armazenar entre 10% e 15% mais energia numa bateria com o mesmo peso. A solução reduz a proporção ocupada por componentes inativos e foi testada em células de bolsa produzidas com processos próximos dos usados pela indústria.
O princípio foi aplicado a químicas de lítio, zinco e sódio, o que amplia o seu potencial. O trabalho encontra-se ainda na fase de desenvolvimento e validação, mas poderá ajudar futuros sistemas de armazenamento a oferecer mais autonomia sem aumentar a massa.

