Investigadores da EPFL e do CSEM alcançaram uma eficiência certificada de 30,02% numa célula solar de tripla junção que combina perovskita e silício. O resultado supera o recorde anterior de 27,1% para esta arquitetura e usa materiais mais baratos de produzir do que os semicondutores III-V.
A equipa demonstrou o processo em células de vários tamanhos, até 54 cm², com vista a uma futura produção em maior escala. Ainda será necessário testar a durabilidade e integrar a tecnologia em produtos comerciais, mas o avanço mostra uma rota promissora para células solares mais eficientes.
