Investigadores do VIB, liderados por Renzo Mancuso (VIB-UAntwerp) e Bart De Strooper (VIB-KU Leuven), criaram a partir de células estaminais pluripotentes humanas progenitoras muito semelhantes às que, no embrião, dão origem aos macrófagos, células de defesa que vivem nos tecidos.
Depois de transplantadas para ratinhos, estas células transformaram-se em micróglia do cérebro e em macrófagos com a identidade dos do fígado, do coração e dos rins. As culturas com mais progenitoras fixaram-se melhor do que as que tinham macrófagos já maduros.
O estudo, publicado na revista Developmental Cell, dá aos cientistas uma nova forma de estudar como estas células se desenvolvem e como cada órgão as molda. No futuro, poderá apoiar terapias para substituir macrófagos danificados, com possível interesse para a doença de Alzheimer e a demência frontotemporal.


