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Universidade do Porto desenvolve argamassas para impressão 3D que resistem às variações de temperatura

O projeto ReStruct 3D quer criar argamassas que quase não dilatam com o calor, para evitar fissuras em edifícios.

Universidade do Porto desenvolve argamassas para impressão 3D que resistem às variações de temperatura
Imagem ilustrativa · Foto: James Day / Unsplash

O calor e o frio fazem os materiais de construção dilatar e contrair, o que provoca fissuras e degradação. Investigadores das faculdades de Ciências (FCUP) e de Engenharia (FEUP) da Universidade do Porto estão a desenvolver argamassas para impressão 3D com uma expansão térmica praticamente nula.

A ideia é juntar à argamassa partículas que reduzem a dilatação, estudadas nos laboratórios do IFIMUP, para diminuir as tensões e as fissuras causadas pelos ciclos de aquecimento e arrefecimento. Na FEUP, a equipa estuda as condições de impressão e o comportamento das peças construídas por fabrico aditivo.

O projeto ReStruct 3D é coordenado por João Horta Belo, cofinanciado pelo FEDER através do COMPETE 2030, e termina em 2028 com a impressão de uma parede de cerca de 2 metros quadrados para testar os materiais à escala real. Os primeiros resultados valeram ao doutorando André Soares um prémio de jovem cientista na conferência EmergeMAT 2026.

Fonte originalUniversidade do Porto — ler a notícia completa

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