A FAPESP assinou um novo acordo com a Aura, um consórcio norte-americano de universidades e instituições de investigação, que alarga o acesso de cientistas de São Paulo aos dados do Observatório Vera Rubin, no Cerro Pachón, nos Andes chilenos.
A fundação poderá indicar 10 investigadores principais, cada um com até cinco jovens cientistas, num total de até 60 pessoas com acesso total aos dados. O levantamento LSST vai varrer o céu do hemisfério sul durante dez anos e deverá catalogar mais de 20 mil milhões de galáxias e 17 mil milhões de estrelas.
A principal contribuição brasileira já existia: a rede Rednesp, da FAPESP, transporta os dados do observatório do Chile para os centros de processamento nos Estados Unidos.


