Investigadores na Suécia criaram um “cientista de inteligência artificial” capaz de formular hipóteses biológicas e testá-las num laboratório automatizado. O sistema escolhe experiências, avalia os resultados e usa os dados para atualizar o seu conhecimento e decidir o passo seguinte.
No estudo, a plataforma trabalhou com levedura de cerveja e a abordagem foi validada em laboratório. O objetivo não é substituir investigadores, mas assumir ciclos rotineiros de formulação e teste de hipóteses. Com os cientistas a definir prioridades e a garantir a supervisão ética, a ferramenta poderá ajudar a explorar questões complexas em biologia, medicina e biotecnologia com maior rapidez.


