Luxemburgo · Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026 Só boas notícias · Todos os dias

Cientistas da Universidade do Porto explicam o «arco-íris» nas penas das aves

Genes ligados à melanina controlam as estruturas microscópicas que dão às penas os brilhos metálicos azuis, verdes e violeta.

Cientistas da Universidade do Porto explicam o «arco-íris» nas penas das aves
Imagem ilustrativa · Foto: rupixen / Unsplash

Uma equipa internacional liderada pelo CIBIO-BIOPOLIS, da Universidade do Porto, descobriu que os genes envolvidos na produção de melanina controlam a organização das estruturas microscópicas que criam a iridescência das penas, aqueles reflexos que mudam de cor conforme o ângulo.

Os investigadores analisaram oito variedades de cor do pavão-azul e identificaram oito genes ligados a mudanças na iridescência. Pequenas mutações alteram a forma, a composição ou a quantidade dos grânulos de melanina, e isso basta para passar de um verde-azulado metálico a uma plumagem bege ou cinzenta sem brilho. Em aves selvagens, como a rola-esmeralda e o pato-real, a atividade destes genes era muito diferente entre zonas iridescentes e não iridescentes.

O estudo, com Soraia Barbosa como primeira autora e Miguel Carneiro como investigador principal, fez a capa da revista PNAS. Ajuda a explicar como pequenas alterações no ADN geram a enorme diversidade de cores das aves.

Fonte originalUniversidade do Porto — ler a notícia completa

Esta notícia foi redigida com ajuda de inteligência artificial, a partir da fonte original indicada acima. Se encontrar algum erro, diga-nos. Como trabalhamos

Deixa um comentário positivo

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Uma boa notícia por dia, no teu email

Todas as manhãs, às 8h, uma história que te faz sorrir. Sem spam, sem drama.

Harpa serena