As emissões de gases com efeito de estufa da Itália deverão cair cerca de 1,5% em 2026 em relação a 2025, enquanto o produto interno bruto deverá crescer 0,8%, segundo uma estimativa do ISPRA, o instituto público italiano de proteção e investigação ambiental, divulgada em outubro de 2026.
A principal razão é a quebra no uso de carvão, de 7,7%, tanto nas casas e serviços como na indústria. As emissões também deverão descer na produção de energia (-1,4%), no aquecimento (-1,2%) e, ligeiramente, nos transportes (-0,2%), graças a menos gasóleo na estrada. Na agricultura e nos resíduos não são esperadas mudanças significativas.
No período analisado, as fontes renováveis cobriram 42,8% da procura de eletricidade, mais do que as fontes não renováveis (41,1%); o resto veio do saldo com o estrangeiro. A procura de eletricidade subiu 2,5%.
O ISPRA sublinha que são estimativas trimestrais, feitas com dados parciais, e não números finais do inventário. O instituto descreve a descida como um primeiro sinal que ainda precisa de ser consolidado.


