Um estudo do Centro Argentino de Engenheiros (CAI) mostra que, excluindo as quatro engenharias ligadas à agropecuária, o número de novos engenheiros passou de 6983 em 2023 para 7594 em 2024, o valor mais alto da série, uma subida de 8,75%. Contando todos os cursos, formaram-se 8759 engenheiros.
As inscrições também cresceram: 64 307 estudantes começaram cursos de engenharia em 2024, mais 71,7% do que em 2007, numa altura em que o total de inscrições universitárias está a cair. As mulheres duplicaram as inscrições em 20 anos e já são 31,2% de quem começa e 28% de quem termina estes cursos.
Em engenharia alimentar, ambiental, de recursos naturais e química, as mulheres já são a maioria dos diplomados. Ainda assim, 87% das empresas inquiridas acreditam que nos próximos três a cinco anos vão faltar engenheiros, sobretudo na construção e na indústria.


