A Universidade AGH de Cracóvia, na Polónia, apresentou o trabalho da investigadora Gloria Lesly Jimenez Miranda, da Faculdade de Ciência dos Materiais e Cerâmica, na área da optogenética, técnica que usa proteínas sensíveis à luz para controlar neurónios selecionados. O campo foi distinguido com o Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina de 2026.
A investigadora lidera um projeto financiado pelo Centro Nacional de Ciência (NCN) que pretende combinar imagem com medição microscópica da temperatura. No laboratório de fotónica da universidade, a equipa estuda nanopartículas que convertem luz do infravermelho próximo em luz visível, o que poderá reduzir a dependência de fibras óticas implantadas.
A cientista diz estar especialmente entusiasmada com formas menos invasivas de controlar a atividade dos neurónios. Antes, ganhou experiência prática na Universidade de Stanford, no laboratório do professor Karl Deisseroth.


