Restos de erva e trevo podem ganhar uma segunda vida no setor têxtil. Investigadores da Universidade de Tecnologia de Chalmers extraíram celulose do bagaço que sobra depois de se extrair a proteína da erva e do trevo, transformaram-na em fibras e produziram uma amostra de tecido tricotado.
Segundo a equipa, a celulose é a mesma das árvores, mas mais fácil de extrair, e o processo pode usar uma química mais simples, com menos químicos e energia. Os investigadores procuram agora testar o processo à escala piloto e compará-lo com processos industriais. O resultado mostra que a roupa do futuro pode começar num resíduo que hoje é sobretudo usado para produzir biogás.


