A Universidade da República (Udelar), no Uruguai, lançou uma investigação pioneira sobre o quotidiano e o trabalho na Antártida, que leva a psicologia da saúde e a etnografia ao «continente gelado».
O projeto quer perceber como cientistas, técnicos e outros profissionais constroem uma vida em comum e organizam o trabalho num dos lugares mais isolados e difíceis do planeta.
A iniciativa é do grupo Mobilidade Humana, Trabalho, Saúde e Direitos Humanos (Movyt), do Instituto de Psicologia da Saúde. Na apresentação participaram a diretora do instituto, Carolina Farías, o diretor do Instituto Antártico Uruguaio, Diego Aguirrezábal, e as investigadoras principais Lorena Funcasta Duce e Karina Boggio.


