A investigadora Chantal Huisman defendeu a 19 de outubro, na Universidade de Tecnologia de Eindhoven (TU/e), nos Países Baixos, uma tese sobre sono e tecnologia em pessoas com demência que vivem em casa.
O trabalho concluiu que o sono perturbado pode muitas vezes melhorar com apoio adaptado a cada pessoa e sem medicamentos, o que beneficia também os cuidadores informais. Num estudo de cinco semanas, os participantes usaram ajudas como cobertores pesados, um robô de respiração e uma aplicação de planeamento.
«Uma noite melhor começa pela pessoa, não pela tecnologia», resume a autora. Chantal Huisman vai continuar o estudo DREAM e, a partir de janeiro, ocupar um lugar de Dementia Fellow.


