Um estudo liderado pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, com a participação de Shan Shan, do Centro de Matemática Quântica da Universidade do Sul da Dinamarca (SDU), analisou modelos 3D de 500 molares de primatas, musaranhos-arborícolas, colugos e parentes extintos. Os resultados foram publicados na revista Nature Communications.
Ferramentas informáticas dividiram a coroa de cada dente em regiões equivalentes e mediram a sua curvatura, permitindo comparar animais vivos e fósseis.
Os primeiros primatas verdadeiros surgiram há cerca de 75 milhões de anos. Os seus molares perderam uma pequena cúspide e ganharam superfícies mais largas para esmagar e triturar, o que os investigadores interpretam como uma mudança de uma dieta de insetos para frutos, sementes e, mais tarde, folhas.


