O projeto STARDUST, coordenado pela SINTEF, está a desenvolver sensores óticos capazes de identificar vários pesticidas na água e apresentar resultados no próprio local. Atualmente, as amostras precisam de ser enviadas para laboratórios, o que dificulta a deteção de alterações rápidas após chuvas intensas, cheias ou secas.
A equipa combina espectroscopia, microfluídica e inteligência artificial num sistema miniaturizado. Os investigadores já conseguiram medir diferentes pesticidas em testes de laboratório e esperam criar, no futuro, um equipamento portátil para acompanhar rios, lagos e águas subterrâneas em tempo real.


