Um sensor criado na EPFL usa um poro microscópico para identificar sete toxinas produzidas por cianobactérias na água. Nos testes, o sistema distinguiu diferentes microcistinas e detetou uma delas em concentrações 40 vezes inferiores ao valor de referência provisório da Organização Mundial da Saúde.
A tecnologia poderá evoluir para aparelhos portáteis de monitorização no local, com sinais em tempo real. Ainda é necessário transformar o protótipo num equipamento robusto de campo, mas a sensibilidade demonstrada é um avanço encorajador para a segurança da água.


