Um estudo da Universidade da Islândia, publicado na revista Marine Biology, acompanhou durante dois anos 94 bacalhaus jovens, com um a três anos, no fiorde de Dýrafjörður. Os investigadores usaram transmissores acústicos e recetores fixos.
A equipa concluiu que os movimentos e os habitats preferidos dos peixes estão ligados ao genótipo, ao local de captura e ao tamanho. Alguns bacalhaus ficaram todo o ano em zonas pouco profundas, outros foram para águas mais fundas ou saíram do fiorde durante algum tempo, e vários saíram a meio do inverno e voltaram na primavera.
Os autores, entre eles Michelle L. Valliant e Guðbjörg Ásta Ólafsdóttir, dizem que os resultados podem ajudar a proteger as zonas de crescimento dos bacalhaus.


