A neurologista e investigadora Jevgenija Guk, da Universidade de Vilnius, na Lituânia, estudou os hábitos alimentares de pessoas com doença de Parkinson. Uma maior adesão a uma dieta de estilo mediterrânico esteve associada a menor probabilidade de ansiedade, dor, obstipação e problemas urinários.
Os participantes tinham pouca fibra, vitamina A e vitamina D na alimentação, ultrapassavam o açúcar recomendado e comiam mais alimentos ultraprocessados do que o grupo de controlo. Depois de ajustados fatores como idade, tabaco e rendimento, a dieta mediterrânica também esteve associada a menor probabilidade de desenvolver Parkinson.
O estudo não prova causa e efeito, e a investigadora sublinha que a dieta não substitui os medicamentos. Recomenda limitar doces e ultraprocessados e manter uma alimentação variada e equilibrada.


