A Universidade de Leiden, nos Países Baixos, apresentou quatro projetos que mostram como a investigação em biodiversidade apoia a conservação, numa altura em que a Arménia acolhe a COP17, a conferência da ONU sobre biodiversidade.
Na Tanzânia, os cientistas Emily Strange e Michiel Veldhuis usam coleiras inteligentes em leões para perceber quando e onde os encontros com pessoas acontecem e quando se tornam conflitos. Um estudo liderado por Kaixuan Pan, na Nature Communications, mostrou que cerca de um terço das áreas mineiras do mundo coincide com zonas prioritárias de conservação.
Nas Filipinas, Merlijn van Weerd e cientistas da Universidade das Filipinas analisam mel selvagem da ilha de Palaui para conhecer a biodiversidade local. Nos Países Baixos, pequenos GPS em morcegos de Leiden e Roterdão revelaram que estes animais passam boa parte da noite a descansar, muitas vezes ao ar livre, o que pode mudar a forma como são protegidos.


