Uma equipa da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, liderada por Gabriel Antonio Minero, descobriu que as bactérias podem continuar a produzir ADN depois de morrerem. O estudo foi publicado na revista Angewandte Chemie.
Quando passam fome, vírus adormecidos dentro de duas espécies de bactérias acordam e fazem rebentar as células. As enzimas libertadas continuam a fabricar ADN nos biofilmes, as camadas que as bactérias formam em superfícies. Com um molde artificial, a equipa conseguiu controlar o processo e criar estruturas de ADN em forma de flor numa espécie e de fio na outra.
Uma estirpe sem esses vírus não produziu nenhum ADN. Os investigadores admitem usos futuros no tratamento de águas residuais, na bioenergia e em novos materiais, mas essas aplicações ainda não foram demonstradas.


