Um estudo de Nicolas Muntean e da professora Lisa Bugnet, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria (ISTA), com colegas da Universidade de La Laguna e da Université Paris Cité, propõe que algumas estrelas gigantes vermelhas ganharam massa de uma estrela companheira, por fusão ou transferência de matéria. O trabalho foi publicado na revista Astronomy & Astrophysics.
Algumas gigantes vermelhas mostram certas vibrações quase invisíveis. Até agora, explicar isso com campos magnéticos exigia campos mais fortes do que os modelos conseguem produzir.
Com simulações da evolução das estrelas, a equipa mostrou que as estrelas que ganharam massa são muito mais sensíveis aos campos magnéticos, pelo que um campo bem mais fraco basta para apagar essas vibrações. Segundo os autores, as estimativas do magnetismo das estrelas devem ter em conta a sua história.


