Duas empresas nascidas no Instituto de Bioengenharia de Auckland ganharam dois dos três principais prémios do Velocity, o desafio anual de inovação da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, organizado pelo Centro de Inovação e Empreendedorismo.
O segundo lugar foi para o Tango, liderado pela doutoranda Andreia Valente. O sistema usa dois pequenos aparelhos ligados entre si, colocados no nariz de cada um dos parceiros: quando o aparelho de quem não ressona deteta o ressonar, o do outro vibra para o levar a virar-se. O terceiro lugar foi para um programa que usa gémeos digitais para ajudar os radiologistas a ler mais depressa ressonâncias da mama.
O Tango recebeu 20 mil dólares em prémio e, com o apoio de um programa de incubação, a equipa vai aperfeiçoar o protótipo e estudar formas de o levar ao mercado.


