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700 anos depois da morte de D. Dinis, cientistas de vários países reúnem-se em Odivelas para estudar o túmulo do rei

Um congresso internacional no Mosteiro de Odivelas juntou investigadores para discutir o estudo pioneiro ao túmulo, à espada e ao espólio funerário do monarca.

Estátua jacente sobre um túmulo medieval de pedra
Imagem ilustrativa · Foto: Tomás Robertson / Unsplash

O Mosteiro de Odivelas recebeu a 8 e 9 de outubro o Congresso Internacional «O rei D. Dinis nos 700 anos da sua morte», organizado pela Câmara Municipal de Odivelas com o Património Cultural, I.P. e a Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E.

Investigadores de arqueologia, antropologia, história da arte, conservação e restauro e até entomologia discutiram os resultados do estudo feito ao túmulo do rei (1261-1325). A arca tumular foi aberta em 2019, a espada do rei foi descoberta em 2022 e o túmulo voltou a ser fechado em 2023.

Este estudo forense, pioneiro em Portugal, permitiu também apresentar em 2025 uma reconstituição facial de D. Dinis, a primeira imagem cientificamente fundamentada de um rei português da primeira dinastia. O congresso contou com universidades de Espanha e do Reino Unido.

Fonte originalPatrimónio Cultural, I.P. — ler a notícia completa

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