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Inteligência artificial nascida num hospital israelita quer detetar mais cedo o cancro da mama

A PinkStar, criada no ecossistema de inovação do Centro Médico Sheba, vai trabalhar com o Mount Sinai, em Nova Iorque, para melhorar a leitura de ressonâncias mamárias.

Inteligência artificial nascida num hospital israelita quer detetar mais cedo o cancro da mama
Imagem ilustrativa · Foto: Vitaly Gariev / Unsplash

A PinkStar, uma empresa de imagiologia médica nascida no ecossistema de inovação do Centro Médico Sheba, em Israel, vai colaborar com o sistema de saúde Mount Sinai, em Nova Iorque, para melhorar os protocolos de ressonância magnética mamária e apoiar a deteção precoce do cancro da mama. O anúncio foi feito a 15 de outubro.

O sistema de inteligência artificial foi desenvolvido com a experiência clínica e as imagens do Sheba, onde se fazem mais de 5000 ressonâncias mamárias por ano. Ajuda a caracterizar zonas suspeitas e a detetar lesões em fase inicial, poupando tempo aos radiologistas. O Mount Sinai vai fornecer dados clínicos para treinar e validar a tecnologia.

Segundo o Sheba, os primeiros resultados indicam que a tecnologia consegue classificar mais de 65% dos cancros da mama em mulheres de alto risco um ano antes do diagnóstico formal. A ferramenta ainda está em desenvolvimento e nenhum apoio de IA para ressonância mamária está, por agora, aprovado pela FDA para uso clínico.

Fonte originalCentro Médico Sheba — ler a notícia completa

Esta notícia foi redigida com ajuda de inteligência artificial, a partir da fonte original indicada acima. Se encontrar algum erro, diga-nos. Como trabalhamos

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