Luxemburgo · Sábado, 24 de Outubro de 2026 Só boas notícias · Todos os dias

Dentes de baleias contam a sua vida: cachalote escocês tinha pelo menos 43 anos

Investigadores escoceses usaram vestígios dos testes nucleares nos dentes de cachalotes e orcas para datar as camadas de crescimento e reconstruir a idade, a dieta e as viagens.

Dentes de baleias contam a sua vida: cachalote escocês tinha pelo menos 43 anos
Imagem ilustrativa · Foto: Vidar Nordli-Mathisen / Unsplash

Uma equipa do centro SUERC, das universidades de Glasgow, Edimburgo e St Andrews e dos Museus Nacionais da Escócia usou os dentes de baleias como uma «máquina do tempo». O estudo, divulgado a 7 de outubro pela Universidade de Glasgow, foi publicado na revista Frontiers in Marine Science.

Os cientistas compararam o radiocarbono de cada camada de crescimento dos dentes com o pico deixado pelos testes de armas nucleares na atmosfera. Analisaram dentes de cinco animais que deram à costa na Escócia: dois cachalotes e três orcas. Confirmaram que as camadas se formam uma vez por ano na juventude e na idade adulta, mas ficam menos fiáveis na velhice.

O cachalote «Moby», que deu à costa no estuário do Forth em 1997, tinha pelo menos 43 anos. Uma orca macho de South Uist poderá ter tido 65 anos ou mais, possivelmente uma das mais velhas conhecidas. O dente da orca «Lulu» mostrou que ela se alimentava sobretudo ao largo da costa oeste da Escócia, e os isótopos revelaram diferenças na dieta entre as orcas.

Fonte originalUniversidade de Glasgow — ler a notícia completa

Esta notícia foi redigida com ajuda de inteligência artificial, a partir da fonte original indicada acima. Se encontrar algum erro, diga-nos. Como trabalhamos

Deixa um comentário positivo

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Uma boa notícia por dia, no teu email

Todas as manhãs, às 8h, uma história que te faz sorrir. Sem spam, sem drama.

Harpa serena