A Escola Politécnica Federal de Lausana (EPFL), na Suíça, lançou uma calculadora de CO₂ que ajuda os laboratórios de investigação a perceber de onde vêm as suas emissões e onde concentrar esforços para as reduzir.
A ferramenta, de código aberto e pensada também para outras universidades, contabiliza viagens de trabalho, produtos especializados, equipamentos de laboratório e informáticos, serviços na nuvem e consumo de eletricidade, seguindo o Protocolo de Gases com Efeito de Estufa. Parte dos dados é importada automaticamente.
A calculadora foi lançada no fim de setembro e já é usada em toda a EPFL. A Universidade de Lausana e a ETH Zurique mostraram interesse. Num teste-piloto, um laboratório descobriu que um aquecedor era uma das suas maiores fontes de emissões.
A EPFL criou também ferramentas para estimar as emissões de um projeto ao pedir financiamento e de ações concretas, como uma viagem ou a compra de um equipamento. As emissões de instrumentos e químicos são estimadas a partir da despesa, por isso são menos precisas.


