O projeto DigitAP, que criou um sistema único para monitorizar a biodiversidade das áreas protegidas italianas, foi concluído a 15 de outubro de 2026 numa sessão no Ministério do Ambiente e da Segurança Energética (MASE), em Roma. Os resultados foram divulgados pelo ISPRA, o instituto público italiano de proteção e investigação ambiental.
O trabalho abrangeu 24 parques nacionais e 31 áreas marinhas protegidas. O objetivo foi produzir dados coerentes e comparáveis entre si sobre habitats terrestres e marinhos, animais selvagens, espécies de peixes e qualidade da água, para que todas as áreas possam ser acompanhadas da mesma forma.
Segundo o ISPRA, foram recolhidos milhões de dados. O instituto, que fez a coordenação técnico-científica, desenhou e construiu a infraestrutura na nuvem e uma plataforma digital com site próprio e painéis interativos, para tornar a informação acessível. O projeto foi promovido pelo MASE, com os organismos que gerem as áreas protegidas, e financiado pela União Europeia através do NextGenerationEU.
A presidente do ISPRA, Maria Alessandra Gallone, sublinhou que conhecer a biodiversidade é o primeiro passo para a proteger e para a deixar às próximas gerações. O anúncio não indica quais serão os passos seguintes.


